terça-feira, 17 de abril de 2012

Lenda Urbana - Apenas outro prédio...

  Criei essa lenda urbana baseada no prédio que fica na saída da cidade, indo pra Pindorama. Eu tirei a foto e entrei no prédio, realmente, o lugar parece ter história... 



Ana Júlia e Ana Luíza eram irmãs gêmeas e nunca se deram muito bem. 
Um certo dia resolveram brincar em uma rua interditada, onde havia um prédio que estava  abandonado há muito tempo.

  Levaram suas bonecas e brinquedos pra lá, entraram no prédio,e logo sentiram o forte  cheiro de urina,havia poeira e lixo por toda parte,mas as meninas não se importaram, elas gostavam mesmo era de uma boa aventura, curiosas, não pensaram duas vezes antes de subirem ao segundo andar,que por sua vez estava mais sujo que o primeiro, Ana Júlia estava com um pouco de medo,então Ana Luíza puxou-a pelo braço arrastando-a porta a dentro. As meninas exploravam e brincavam pelos cômodos,quando de repente viram um vulto passando de um cômodo pro outro

  -O que foi isso? – perguntou Ana Júlia assustada.

  -Não sei... Fale baixo! – respondeu a irmã.

  Aproximaram-se do cômodo no qual viram o vulto passar, mas não havia ninguém, logo as duas esqueceram do ocorrido e continuaram brincando pelos cômodos. As duas se divertiam muito brincando de se esconder e correr pelo prédio abandonado, até que distraída Ana Julia tropeça em alguma coisa e cai, e aos prantos começa a chamar a irmã que assustada com os gritos corre ao quarto e fica paralisada na porta ao achar o que fez Ana Julia tropeçar,era um homem com a cabeça separada do corpo ensanguentado no chão, parecia ser algum sem-teto que havia usado drogas no prédio,Ana Luíza atravessou correndo o cômodo e tratou logo de tampar a boca de sua irmã q gritava sem parar.

  -Vamos embora daqui! – disse Ana Júlia desesperada.

  -Silêncio! Vamos ficar aqui!

  Quando olharam pra traz, perceberam que não estavam sozinhas no prédio, em sua frente havia um homem alto, com seu cabelo desarrumado, fedendo a suor, era velho e nojento. O homem golpeou com um martelo Ana Julia que gritava sem parar,sua irmã assustada  tentou escapar, mas acabou caindo no buraco onde era pra ser o elevador.

  O homem usou seu martelo. Lentamente. Muito sangue foi derramado, as irmãs morreram, mas continuam querendo brincar no prédio.


      Escrito e postado por Lucas Martins

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Lenda Urbana - A ruela ''Peculiar''



No bairro vila motta, existe uma pequena ruela estreita, aqui vai uma lenda sobre ela:





Há alguns anos, um grupo de amigos sem mais o que fazer, resolveram fazer a  brincadeira do copo, em uma ruela desse bairro.  Já era noite, por volta das 11 horas, Isabella, Igor, Julia e Mateus desceram até a ruela, levando tudo que precisavam para a ‘’brincadeira”.
Fizeram a brincadeira, e logo perceberam que nenhum efeito esperado havia acontecido, então frustrados resolveram ir embora, mas quando Igor olhou pra o lado, percebeu que Isabella continuava sentada no mesmo lugar desde o inicio do jogo, chamou por ela. 
Silencio total...
 Chamou novamente, porem mais alto.
Silencio novamente. 
Então os outros amigos também a viram parada ali, intacta, Isabella não parecia estar bem, e não estava.
Ela levantou-se pegou uma garrafa de vidro que estava no chão e começou a andar lentamente até os amigos, quando os amigos olharam para trás, misteriosamente havia se formado uma parede ali, e agora eles estavam sem saída.
Eles então, desesperados, começaram a gritar:
-Isabella! Largue essa garrafa!!!
Então, ignorando o pedido dos amigos, Isabella foi se aproximando, quebrou a garrafa no chão, deixando-a com pontas de vidro cortantes.
De repente, ela começou a correr, pulou em cima de Igor, e começou a enfiar a garrafa em seus olhos, até se formar uma poça de sangue ao redor de sua cabeça, e matar o amigo.
Os outros amigos, desesperados, pegaram um pedaço de pau que estava ali e foram pra cima de Isabella batendo em sua cabeça, Isabella empurrou Julia pra longe, com uma força inexplicável que a jogou no chão, pegou o pau e começou a bater em seu nariz até quebrá-lo, e por fim, estrangulou-a facilmente.
Mateus estava indefeso,  Isabella tinha em suas mãos um pau e uma garrafa de vidro, então para tentar se defender, foi no pescoço da amiga, empurrou-a na parede, facilitando o estrangulamento, e conseguiu matá-la, após isso, saiu correndo pela ruela, até chegar em uma rua, na qual foi atropelado e ali ficou.

Dizem que durante a noite, as 4 crianças aparecem, e convidam as pessoas para o jogo do copo, tome cuidado, ruelas são perigosas!

Escrito por: Lucas Martins

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Sangue e Gasolina

Aqui vai uma historia sobre o posto jomar, que hoje está abandonado:

Já era noite, por volta das 11:30, eu estava um pouco alterado por causa das bebidas que tomei no bar, fui andando tranquilamente, a noite estava fria, meu carro estava estacionado no posto abandonado da rua 7 de setembro, estava longe, mas eu conseguia andar.

Eu estava chegando no posto, então vi um vulto, passando bem rápido dentro do lugar onde funcionava a lojinha do posto, achei estranho, mas não muito, afinal, como eu disse, estava alterado, mas isso me chamou a atenção, então resolvi me aproximar, já que meu carro não estava muito longe.
Entrei na loja, muito curioso pra saber o que havia la, abri a porta de vidro, mas não havia nada ali, tinha um interruptor para acender a luz, mas nem me interessei em acender, pois já era tarde, e isso poderia gerar suspeitas, ou pelo simples fato de eu estar um pouco assustado.

Me virei, fechei a porta, e continuei andando, um pouco perturbado, mas nada que me impedisse de chegar até minha casa e tomar um bom banho, quando puis a mão no bolso pra pegar a chave do carro, não senti nada, a chave não estava comigo, olhei pra porta de vidro, e pensei em procurar la, as vezes ela havia caído quando eu forcei a porta para abrir.

Me aproximei, abri a porta novamente, estava escuro, e provavelmente assim, eu não conseguiria achar minhas chaves, então acendi a luz. Me assustei com o que vi, a partir de agora, eu não sabia se aquilo era realidade, ou um pesadelo.

No chão, havia uma menina morta, não era uma menina qualquer, era minha filha! Ela estava com as tripas de fora, toda ensangüentada, e na parede havia uma escritura, feita em sangue.
" Obrigado por não ter acendido a luz."


Adaptado e escrito por: Lucas Martins

quinta-feira, 17 de março de 2011

História - O prédio maldito

No centro da cidade de Catanduva há um prédio que nunca foi terminado, aqui vai uma história para esse prédio

Carl Marques Caestine era estudante da faculdade, voltava pra sua casa a pé toda noite e passava pelo prédio em construção.
Até que um dia teve a curiosidade de entrar no prédio. Carl entrou no prédio, logo na entrada a grande porta de metal já enferrujada e terrivelmente frouxa, logo no primeiro cutucão já se abriu, cacos de vidro por todo o chão, parecia uma cena de guerra, destruição. As paredes descascadas, ratos e baratas passeando pelo território e grandes pilares invadiam a construção, o andaime ainda estava lá intacto, a construção estava claramente abandonada.
Carl continuou andando por lá quando se deparou com um vulto, que passou muito rápido, Carl perguntou se havia alguém ali, o silêncio era absoluto, só se ouvia seus passos e os ruídos dos ratos e baratas, continuou andando, um pouco apavorado pelo o que havia acontecido. Subiu as escadas manchadas de sangue por toda parte para o segundo andar,  ele entrou no segundo andar e sentiu um pingo na sua mão, quando viu, o pingo era de sangue, sangue fresco, recente.
Ele estava apavorado, não tinha coragem para olhar acima e ver o que havia, sutilmente pegou seu celular e iluminou vendo o que havia acima de sua cabeça, um corpo, de um menininho, enforcado, pálido, e gelado. O interessante é que o menino estava sem os olhos que pareciam ter sido brutalmente arrancados, e lhe tinha uma aparência familiar, o menino parecia ter sido morto recentemente e em seu rosto via-se o pavor. Carl completamente apavorado se afastou e viu uma inscrição na parede, feita com sangue, um nome riscado: Pedro Marques Caestine, ficou em choque, lembrou-se daonde conhecia aquele menino, era seu irmão caçula, e havia outro nome embaixo, iluminou-o com o celular, o nome era Carl Marques Caestine, e havia algo mais escrito embaixo.
PS: Curioso. Carl ouviu um barulho e virou-se para traz, quando percebeu, não enxergava mais, apenas ouviu essa frase ‘Os ouvidos suportam uma injustiça com mais facilidade do que os olhos.’ então ficou esperando seu destino.

Escrito por Lucas Martins
PS: ainda vou por a imagem

quinta-feira, 3 de março de 2011

Autobiografia de um Fantasma

 Olá. Chamo-me Kathleen. Ou pelo menos era assim que me chamava.
Sim, sou o fantasma de uma mulher. Estou aqui para contar a minha história.
 Era meia noite. À hora em que os fantasmas apareciam, a hora em que as bruxas saíam de suas casas sem o risco de serem vistas a hora em que tudo que é bom some só deixando o mal reinar sozinho.
 Naquela noite eu estava muito cansada, passara o dia inteiro viajando, e não agüentava mais dirigir, tive que parar em algum lugar.
 Fazia frio, eu vi uma placa em tinta descascada indicando um hotel em cima de uma ladeira, subi a montanha íngreme a pé rumo ao meu destino.
 Chegando lá, vi que parecia uma casa abandonada, tudo se resumia em ruínas, o mármore do saguão estava destruído, as lajes caiam sobre o chão empoeirado.
 Algo terrível acontecera.
 A curiosidade não me deixaria levar minha vida em paz. Se eu soubesse que ela levaria a minha vida...
 Resolvi entrar.
 Galguei as escadas em plena escuridão, alguma coisa deslizou junto aos meus pés, tentei me convencer de que era um rato ou qualquer animalzinho, mesmo assim, apressei o passo.
 Cheguei a um quarto que me chamou a atenção, a porta tinha tinta branca descascada, diferente da cor amarronzada das outras, a maçaneta, não havia dúvida, era de ouro, mas o detalhe mais interessante, manchas de sangue.
 Chequei o numero do quarto, treze, devo ter recuado uns passos, é só uma superstição, pensei. Girei a maçaneta e entrei.
 Era um quarto grande, parecia ter sido bonito antigamente, o piso de mármore branco contrastava muito bem com os tons de marfim na parede, uma cama com quatro postes, com lençóis brancos já roídos de traças, ficava ao lado de uma pequena cômoda, havia uma escrivaninha de madeira a um canto, tudo estava coberto de poeira e mofo, mais as velas do lustre ainda brilhavam, a destruição era recente.
 Então eu ouvi um grito. Um grito que ultrapassava qualquer terror da vida humana. Um grito infinito de dor. Um grito dos mortos.
 Fui até a pequena janela, e me curvei para olhar.
 Mãos, mãos mortas e podres saiam da terra, o quintal da casa era um cemitério. Paralisada de medo, não me movi, senti a presença de alguém. Me virei.
 Um velho, os cabelos sujos até a cintura, a pele branca, caída, os olhos frios e espantosamente azuis me encarando, um sorriso maligno nos lábios descarnados.

-Sabia que a curiosidade matou o gato?!


Escrito por  Carolina Bidoia

quarta-feira, 2 de março de 2011

História - A ponte São Domingos


 Apesar de ser uma bela ponte, a ponte do rio são domingos guarda histórias macabras.

Richard era um homem de negócios, sempre bem vestido, que ia todas as manhãs para o trabalho a pé e voltava a noite do mesmo jeito, pois gostava de caminhar. Apesar de ser bem sucedido no seu emprego, Richard não tinha uma vida muito boa, morava com sua esposa, e sempre brigava com ela por coisas estúpidas que acontecem na vida, por isso andava sempre deprimido, de cabeça baixa e estressado com a vida.
Certo dia Richard estava voltando a noite do trabalho,  mas uma coisa estressou mais o seu dia(ou melhor, noite) mais do que o normal, avistou uma bela garotinha, com um vestido vermelho e uma fita roxa no cabelo, seus olhos brilhavam na escuridão da noite, e sua face pálida entristecia a noite, deixando-a mais macabra. Richard se aproximou da menina, e de sua boca roxa pelo frio da noite saiu a pergunta:
-Me da dinheiro pra eu comprar uma bala?
E Richard grosseiro como sempre, recusou o pedido feito com todo o carinho, em um ‘não’ seco e grosso.
Continuou andando sem se importar com a menina, mas ao olhar para traz viu que a menininha não estava mais la, tinha sumido, evaporado, como se fosse pó. Richard continuou andando um pouco desesperado por causa do que tinha acontecido.
No dia seguinte a situação se repetiu e Richard tornou a negar o pedido da menina, porém dessa vez a menina não desapareceu, continuou intacta na mesma posição, isso despertou sua curiosidade, então foi até ela e perguntou o que  fazia parada naquela ponte uma hora dessas, e a resposta foi:
-Estou esperando meu irmão
Sem muito interesse na resposta, Richard seguiu em frente e voltou para sua casa como de rotina.
Um dia depois, Richard foi fazer uma visita a sua mãe que pouco conhecia, pois morou sua vida inteira com seu pai. Após conversar um bom tempo com sua mãe, pegou um álbum de fotos e começou a dar uma olhada, até que se espantou com o que viu, uma foto, como qualquer outra, mas era alguém diferente, A MENINA, sim aquela garotinha do vestido vermelho, estava naquele álbum de fotos. Imediatamente Richard perguntou a sua mãe quem era ela e a resposta foi atormentadora:
-Richard essa foi sua irmã que você não chegou a conhecer, ela faleceu aos 10 anos de idade, afogada no rio São Domingos embaixo da ponte, enquanto ia comprar uma bala no bar do outro lado da rua, ela caiu acidentalmente e no dia seguinte vimos a notícia no jornal que ela estava morta. Por que a pergunta?
- Tenho que buscar ela – disse Richard, e saiu de casa.

Escrito e Postado por: Lucas Martins 

terça-feira, 1 de março de 2011

História - Castelinho


Era uma noite fria e nublada, meus amigos estavam em casa e não tínhamos nada pra fazer então resolvemos jogar bola.

Pedro, Victor , João e eu  estávamos jogando futebol no terreno abandonado ao lado do castelinho, a diversão era total, até que aconteceu o inesperado, a bola caiu dentro do castelinho. Todos nós tínhamos medo do castelinho, pois não sabíamos o que esperar la  dentro.

Enfim, tiramos na sorte quem iria buscar a bola; o azarado foi João. Com um pouco de receio se aproximou da construção medonha,  foi entrando aos poucos sumindo na noite e de nossas vistas.

Passaram aproximadamente 5 minutos e nada de João, até que resolvemos gritar por seu nome:
-João!!
E o silêncio falou mais alto.
-João!!!!
Novamente silêncio.
Começamos a entrar em desespero, então resolvemos entrar no castelo.

O castelo estava completamente vazio, só se ouvia o som de nossos passos e os gritos de desespero na procura de nosso amigo.
Nunca mais vimos João. Mas dizem que ele ainda está la, nas noites é possível vê-lo pela janela com seu sorriso macabro e a bola embaixo do braço, chamando as crianças para ‘brincar’.
 Eai vai brincar com João ?!

Ideias de João Victor Morandim             Postado por Lucas Martins