Já era noite, por volta das 11:30, eu estava um pouco alterado por causa das bebidas que tomei no bar, fui andando tranquilamente, a noite estava fria, meu carro estava estacionado no posto abandonado da rua 7 de setembro, estava longe, mas eu conseguia andar.
Eu estava chegando no posto, então vi um vulto, passando bem rápido dentro do lugar onde funcionava a lojinha do posto, achei estranho, mas não muito, afinal, como eu disse, estava alterado, mas isso me chamou a atenção, então resolvi me aproximar, já que meu carro não estava muito longe.
Entrei na loja, muito curioso pra saber o que havia la, abri a porta de vidro, mas não havia nada ali, tinha um interruptor para acender a luz, mas nem me interessei em acender, pois já era tarde, e isso poderia gerar suspeitas, ou pelo simples fato de eu estar um pouco assustado.
Me virei, fechei a porta, e continuei andando, um pouco perturbado, mas nada que me impedisse de chegar até minha casa e tomar um bom banho, quando puis a mão no bolso pra pegar a chave do carro, não senti nada, a chave não estava comigo, olhei pra porta de vidro, e pensei em procurar la, as vezes ela havia caído quando eu forcei a porta para abrir.
Me aproximei, abri a porta novamente, estava escuro, e provavelmente assim, eu não conseguiria achar minhas chaves, então acendi a luz. Me assustei com o que vi, a partir de agora, eu não sabia se aquilo era realidade, ou um pesadelo.
No chão, havia uma menina morta, não era uma menina qualquer, era minha filha! Ela estava com as tripas de fora, toda ensangüentada, e na parede havia uma escritura, feita em sangue.
" Obrigado por não ter acendido a luz."
Adaptado e escrito por: Lucas Martins
" Obrigado por não ter acendido a luz."
Adaptado e escrito por: Lucas Martins

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